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domingo, 9 de março de 2008

Borboleta


Tu vês uma borboleta e a colocas nas tuas mãos.

Tu vês a sua beleza e a colocas no teu coração. Desejas mantê-la contigo.

Tu fechas as mãos à volta dela, com receio que voe e se vá embora.

Com grande alegria tu pensas: "Agora posso tê-la para sempre."

Mas depressa a alegria se vai, pois a beleza da borboleta já não é mais a mesma.

Parte da sua beleza era a sua liberdade! A borboleta sente-se traída.

Em pânico, ela debate-se para libertar-se, apenas fazendo-te apertá-la mais forte.

Pecebendo como a borboleta deve estar a sentir-se, tu abres as tuas mãos.

Ela voa novamente para longe, agradecida por sentir-se livre outra vez.

Tu, então, pensas nas palavras que há muito tempo te tinhas esquecido:

Se tu amas alguma coisa, deixa-a livre.

Se voltar, é tua.

Se não voltar, nunca foi.

1 comentário:

Sereia* disse...

Adorei a metáfora.

Beijos enooorrmeeessss*